quarta-feira, 28 de março de 2012

O ÚLTIMO MENSAGEIRO

35-O ÚLTIMO MENSAGEIRO



Texto: Hebreus 1.1



I-Deus tem suas maneiras de falar:

A-Sl 19.1 “através da criação”;

-Os céus dão a grandiosa existência do Seu poder, amor e cuidado;

-É a manifestação divina de sua presença;

-Temos o dever de prestar culto ao criador e não a criação;

-Sua complexidade aponta para o Criador.

B-Jó 33 .14-15 “por sonhos ou doenças”

-Atravé do sofrimento;

-Devemos confiar na bondade de Deus, e mesmo não compreendendo porque a nossa vida está caminhando desta forma.

C-“Pelos profeta”

-É o responsável pela transmissão da Palavra.



II-Deus falando pelo Filho:

A-Palavras de Graça Lc 4.22

-Jesus surpreende por ser de casa;

-Conspirações e especialidades de u lugar distante;

-Não fique surpreso quando sua fé e ida não forem facilmente entendidas ou aceitas por aqueles que o conhcem bem.

B-Palavras de Autoridade Lc 4.3

-Espíritos imundos obedecem com autoridade;

-Admirados com a autoridade de Jesus ao expulsar demônios;

-Devemos reconher a autoridade e o poder de Jesus.

C-Palavras de Poder

-“O caminho de Emaús”, palavras que ardem.

D-Palavras de Vida Jo6.363

-Renova;

-Ressuscita;

-Dar paz e alegria

III-Consequência de não ouvirmos:

A-Ficamos ignorantes do que convém saber;

-Quando não controla o falar, perde de aprender com Deus Tg1.19;

-Davi não estava de bom humor , mas parou para ouvir o que Abigail iria dizer ISm25.24  .

-Ficamos desavisados dos perigos que devem ser evitados.

IV-Consequência da obediência:

A-Aprendemos a amar a Deus Jo 14.21 “por meio da obediência”;

B-Aprendemos o caminho da salvação “NOÉ”;

         Deus é fiel com os que lhe obedecem;

         Obediência é um compromisso a longo prazo.

C-Aprendemos como convém andar Ex 15.26:

-Deus prometeu que se lhe obedecessem estariam livres do mal;

-Obedecer contra a prostituição, área física, mental e espiritual;

-Devemos nos submeter á Sua direção.



                                                                  AMÉM
























terça-feira, 6 de março de 2012

-OS QUATROS TIPOS DE AVIVAMENTO

14-OS QUATROS TIPOS DE AVIVAMENTO

Texto:Hebreus 3.2 /  2 Coríntios 7.14.

I- “AVIVAMENTO TEMPORÁRIO”Jr 2.13
-Não é uma fonte, e sim uma cisterna.
*Alegres enquanto chove, quando se seca há tristeza.
-Alegria nas cruzadas, shows, friezas, cantores        bandas e encontros....
Quando passa ,perde o vigor.
-2 Cr 11.16 Avivados em busca de benefícios, uma recompensa temporária(Andando só três anos nos caminhos de Davi).

II- “AVIVAMENTO DUVIDOSO” Mt 6.27
-Sociedade serve ao dinheiro.
-Compromete-se no que pode comprar de Deus.
-Gastam muito tempo no que tem armazenado.
-Colocamos no poder monetário confiança e fé.
-No dinheiro ás vezes se pensa que pode se constituir a segurança.



III-“AVIVAMENTO POR CONVENIÊNCIA” At 8.18
-Quando se pensa que o poder de Deus, se acha por moedas.
-Para ter sucesso ministerial.
-Para se apresentar Espiritual.
-Para demonstrar destaque entre os irmãos.
-Demonstra sabedoria e eloqüência tendo o profissionalismo.

IV-AVIVAMENTO REAL E VERDADEIRO               2 Cr 7. 14   .
-Humilhação reconhecendo as faltas.
-Renovar o compromisso com Deus.
-Reconhecer nossa pobreza Espiritual.
-Depender de Deus, para a sua intervenção(orar).
-É não fugir da adversidade.
-Eliminar os maus comportamentos.

O QUE ACONTECERÁ?
-Deus ouvirá o clamor;
-Haverá perdão;
-Derramará chuvas não temporárias mas tornará uma fonte.
- Despertamento Espiritual. 
                                                                          AMÉM

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Lei da ficha limpa

A validação da Lei da Ficha Limpa pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na noite de ontem, levantou um arame farpado que deve manter alguns dos principais nomes da política nacional afastados das urnas por um bom tempo.

A lista é ampla, geral e irrestrita. Pega desde parlamentares envolvidos no mensalão do PT, que veio à tona em 2005, ao mensalão do DEM, revelado pelo iG em 2009. Vai do ex-ministro José Dirceu (PT-SP) aos ex-governadores José Roberto Arruda (sem partido) e Joaquim Roriz (PSC-DF).

Nem mesmo o deputado federal em primeiro mandato e tetracampeão mundial com a seleção canarinho, Romário de Souza Faria (PSB-RJ), bem como um número não contabilizado pela Justiça Eleitoral de políticos atingidos por todo tipo de denúncias, devem escapar à norma.

A decisão do Supremo torna inelegíveis por oito anos políticos cassados, que renunciaram ao mandato para fugir de processo de cassação e os condenados por órgão colegiado, independente de o caso ter ou não sido julgado em última instância.

Os casos de cassação e renúncia atingem principalmente parlamentares envolvidos em episódios que ficaram conhecidos como “mensalão”. Em 2005, o rótulo foi originalmente atribuído ao escândalo que marcou a maior crise política do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que consistia na denúncia de pagamento de mesada a congressistas em troca de apoio a projetos de interesse do governo federal.

Com repercussões no Palácio do Planalto, na Esplanada dos Ministérios e no Congresso, a crise levou à queda do ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, então braço-direito de Lula, assim como de toda cúpula do Partido dos Trabalhadores na época. De volta à Câmara, Dirceu teve seu mandato cassado pelos colegas.

Desde então, o ex-ministro, apontado pelo Ministério Público (MP) como o "chefe da quadrilha", tem se empenhado em retornar à política. Dirceu participa de eventos do PT e busca “anistia” das acusações em processo em curso no STF, onde é réu junto com outros 35 “mensaleiros”. Ao todo, o MP denunciou 22 por crime de formação de quadrilha. O caso deve ser analisado este ano pelo Supremo.


O rol de réus do mensalão inclui ainda o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ). Autor das denúncias, Jefferson foi o primeiro parlamentar a ter o mandato cassado. Embora afastado da vida pública, o presidente do PTB ainda atua nos bastidores, inclusive na articulação de uma aliança da sigla em torno da candidatura do deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP) à prefeitura de São Paulo, contra os interesses do PT.

A crise do mensalão resultou também na renúncia do então presidente do PL, deputado Valdemar Costa Neto (SP). Na ocasião, o parlamentar assumiu na tribuna da Câmara ter recebido dinheiro não contabilizado do PT para custear despesas de campanha em 2002. Apesar da renúncia, Costa Neto voltou a ser eleito para mandato na Câmara e hoje é um dos nomes com mais força dentro do PR.

Alguns deputados acusados de envolvimento no mensalão, no entanto, se recusaram a renunciar ao posto e tampouco foram cassados. É o caso de João Paulo Cunha (PT-SP), que até o início do ano presidiu a Comissão de Constituição e Justiça, uma das principais da Casa, e de Sandro Mabel (GO), que na época estava no PL e hoje se assentou no PMDB.

Arruda almejava a Câmara em 2014

Esquema simétrico ao montado pelo PT foi revelado pelo iG em 2009, só que neste caso o pagamento de mesadas a políticos teria sido orquestrado pelo DEM, sigla do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, que atualmente está sem partido. Acusado de operar o esquema de corrupção na capital, ele foi preso há dois anos e renunciou ao posto em 2010 para não sofrer processo de impeachment.

Em 2001, Arruda já havia renunciado ao mandato de senador por violação de sigilo do painel eletrônico da Casa, para escapar de um processo por quebra de decoro parlamentar. Conforme o iG noticiou, o ex-governador já confidenciava a interlocutores seus planos de retornar à vida pública pela Câmara Federal, em 2014.


Foto: Arte/iG

Roriz também foi abatido pela Lei da Ficha Limpa

Outro expoente da política abatido em pleno voo pela Ficha Limpa é o ex-governador Joaquim Roriz (PSC-DF). Roriz, que renunciou ao mandato de senador em 2007 para fugir de processo de cassação, planejava disputar a eleição de 2014 para o governo do Distrito Federal.

Ele chegou a se candidatar na última eleição, mas na reta final abandonou o posto em favor da esposa, Weslian, com receio da aplicação da Ficha Limpa. Após o julgamento do Supremo Tribunal Federal, Roriz divulgou uma nota em que diz que respeita a validação da lei pelo Supremo, mas classifica a norma de “violentadora”.

Outro que pode ficar de fora de futuras eleições por causa da Ficha Limpa é o deputado federal em primeiro mandato Romário. O nome do ex-camisa 11 da Seleção brasileira era cogitado, até o fim do ano passado, para disputar a prefeitura do Rio de Janeiro contra o prefeito Eduardo Paes, candidato à reeleição.

Porém, o ex-jogador de futebol tem contra sua candidatura uma condenação por sonegação fiscal pela 2ª Turma Especializada do Tribunal Regional Federal do Rio de Janeiro (TRF-2), em 2009. Romário recorreu da decisão e o caso está em análise no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A lei deve barrar também o ex-presidente da Câmara Severino Cavalcanti (PP-PE), que renunciou ao mandato de deputado federal em 2005, acusado de receber propina para permitir o funcionamento do restaurante na Casa. Atualmente prefeito de João Alfredo, em Pernambuco, ele tentaria a reeleição este ano.